Na 1ª pessoa
Adsense
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
UM MUNDO PROXIMO
http://www.facebook.com/profile.php?id=733049349#!/album.php?fbid=79693524349&id=733049349&aid=74853
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Um mail que me foi enviado

É muita pena não haver o hábito de contar coisas positivas!
A contrariar a tendência do que se escreve nos últimos tempos. Até que enfim, que há um Português que diz bem de Portugal.
_________________________________________________________________
"EU CONHEÇO UM PAÍS..."
Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os de toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhores vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade pelo Mundo.
Eu Luís Pirão, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos:
- Eu conheço um país que é segundo em net de banda larga na Europa.
- Eu conheço um país que tem uma capital com eventos culturais fantásticos que fazem frente a qualquer cidade do mundo. Que tem potencialidades turísticas ilimitadas com restaurantes para todas as carteiras e com comida deliciosa, assim como alojamento para todas as bolsas e de razoável qualidade. Basta ir a Londres e ver toda a gente a comer sandwiches no jardim pois a alimentação atingiu preços exorbitantes nos restaurantes.
- Eu conheço um país com uma história ímpar que ligou todos os continentes comercialmente pela primeira vez na história da humanidade no século XVI.
- Eu conheço um país que tem a sua selecção de futebol neste mês de Maio no 3.º lugar do ranking mundial em mais de 200 nações, só o Brasil e a Espanha estão à frente com poucos pontos de diferença.
- Eu conheço um país que conquistou meio mundo no século XVI com base no respeito pelos outros povos, com base nas trocas comerciais, com base na diplomacia.
- Eu conheço um país que venceu os seus compatriotas espanhóis pela força de vontade de um homem chamado Nuno Alvares Pereira e que permitiu a paz para a nação se lançar nos descobrimentos marítimos.
Eu José Lopes, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos e do Luís Pirão:
- Eu conheço um País que está a criar um medicamento que previne e combate a obesidade.
- Eu conheço um País que produz os melhores sapatos do mundo.
- Eu conheço um País que produz os fatos usados na Fórmula 1 e nos astronautas da NASA.
- Eu conheço um País que produz o melhor software de GPS do mundo.
- Eu conheço um País que faz os melhores lasers do mundo, utilizados na medicina e na indústria aeroespacial.
- Eu conheço um País que tem um monumento que tem 6 orgãos, sendo o único no mundo (Convento Mafra).
- Eu conheço um País que produz os adereços utilizados pela indústria cinematográfica de Hollywood.
- Eu conheço um País que tem a maior variedade gastronómica do mundo.
- Eu conheço um País que criou a única palete de cores para leitura de daltónicos.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
P O R T U G A L !!!!
Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo ) .
É este o País de sucesso em que também vivemos, mas nós só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso. É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.
Vamos mudar a nossa mentalidade para ajudarmos o nosso país que tanto precisa de nós, vamos dar o primeiro passo e falar coisas positivas e optimistas.
Eu conheço um povo que comportando tantas capaçidades de engenho e inovação, não tem a capaçidade de saber escolher governantes, por tal é governado por burros há décadas, isto tb é PORTUGAL.
domingo, 3 de outubro de 2010
Introdução ao Nú e cruz... inacabado

Dia 03 de Outubro de 2010, desde as 21:40 que tentei escrever um texto, e tal como todos últimos dias, sinto um autêntico desconhecimento de capacidade para formar silabas, conjunto de letras, palavras e muito mais grave, frases ou aquilo que chamam de parágrafo. O que mais me ocorre, é saber que não consigo pensar num inicio de contexto, passo horas a olhar para o nada e nada me ocorre. Começo a ficar preocupado com essa página em branco que toma conta do meu cérebro nestas horas de cansaço mental.
Jamais na minha vida pensei ter dificuldade perante isto e é isto que me mata. A troca de hábitos tirou-me o que de mais preciso eu tinha...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Suicidio
quarta-feira, 26 de maio de 2010
FLASH!
-Gostava de te conseguir perguntar, porque és igual a mim?
Apenas são 3:47, e acho que sinto o gelado do lavatório nas palmas pálidas das minhas mãos, parecem como pedra, completamente imóveis, tal o acto de inactividade. Vejo um reflexo, não lhe consigo ver a cara, só um reflexo negro afinal e a minha existência torna-se totalmente irreal. Faz-me bastante impressão este tipo de atitude, de quase paralisia cerebral, braços estendidos e hirtos no lavatório que só me causam dor como ossos a estalar, parece que me sinto pregos espetados e penetrados nas costas das mãos mantendo-as apartadas à cerâmica! Sinto o sangue a nascer por baixo das unhas quando a minha raiva tenta estupidamente estalar o envidraçado! Sinto o eco dos ranger dos dentes como uma lixa, dentro da minha cabeça que não se move perante os gritos do reflexo no espelho, parece que solta perguntas e uma delas é a que eu faço todos os dias... Quem sou eu? Não sei responder, também ninguém compreende.
-Todos os dias a mesma coisa, são 3:48 e tudo o que consigo sentir, é o esticar fortemente da minha carne, dos meus músculos, do meu pescoço para a frente em confronto com o dito reflexo do espelho, que no mesmo segundo faz surgir na sua face um sorriso sarcástico de poder. Quase em conjunto com estes movimentos, o medo toma conta de mim tirando partido também de um relampejar de manipulações psicológicas! O mesmo reflexo permanece do outro lado do espelho, simplesmente quieto, de braços cruzados e sorrindo sarcasticamente para mim... Foda-se estou sozinho! Aquele certo jeito de poder que me olha e me arrebenta psicologicamente. Num ápice, parece que os seus braços trespassam o espelho e agarram a minha cabeça, inclinando-a e abanando-a em todas as direcções possíveis e impossíveis. Parece que sinto a pele a esticar com a tamanha velocidade de violência, mas não, são tudo perguntas, criticas gritos e vozes que falam e adjectivam a minha incapacidade de evolução! Tudo em movimentos repentinos.
-Olha para ti! Pára de sonhar com o gostavas de realizar e olha para o que és! Pareces uma enciclopédia de pensamentos e náuseas! AHAHAH! Chocalha essa cabeça. Vá lá, mistura esse cérebro, não te arrependas do que perdeste e nem do que fizeste ou do que não fizeste! Tu nem sabes quem és, muito menos te entendes como queres entender os outros ou o mundo? Aprende a lidar com as pessoas! Aprende a ser alguém.
O uso e o abuso da negatividade em mim, é um incentivo claro à clarividência do maltratado pessoal da personalidade que eu tanto tento compreender. Depois de tanto tempo com a cabeça num mundo negro, apenas me sinto a cair que nem pedra no chão. Passado o momento de flash, sobe-me pela garganta uma tosse sufocante que me acorda diante do espelho, onde se encontra estampado o meu reflexo cansado. Não há despertador nenhum, eu nem sequer acordei, o que se passou? Após a porta da casa de banho se abrir, Eu olho para trás e continuo deitado a dormir... Foi mais um pesadelo bem real e eu nem sequer me levantei da cama.
23:09 do dia 26 de Maio de 2010
Escrito Por: Ricardo Lourenço
domingo, 6 de dezembro de 2009
Momento inacabado de incapacidade

Tive dias a decidir nesta minha sentença, se a fazia ou não, e inadequadamente não se o porquê, decidi escrever tendo nexo ou não. Uma confissão sem saber o que sou ou se sou alguém neste momento inacabado. Não sei qual o resultado ou estupidez que me possa causar, só sei que não tinha o direito de o fazer e como antes chamado, é um simples acto de cobardia directa da minha parte. São muitas as noites de melancolia nesta varanda, em que nada se passa ou passa na minha cabeça, apenas existe um manto totalmente branco, parece o nevoeiro de Silent Hill,... Tudo completamente abandonado, negro e sombrio, oiço assustadoramente no silencio, portões a bater, serras a trabalhar na minha cabeça, por vezes até parece que sinto talhantes a cortar carne como se tivessem num talho, e eu fosse a carne presa num gancho que está à espera de ser talhada dentro daquela câmara frigorifica que tanto me prende o corpo e me congela o pensamento. É mais um momento em que me sinto uma coluna de um prédio como uma bomba à cintura pronta a explodir em qualquer instante, uma bomba que me aperta contra a parede, que me mantém sentado neste chão frio, quase congelado da minha varanda. Horas sentado a olhar e reflectindo sobre o nada, a noite toma conta de mim, espalha-me no corpo, a inactividade e a incapacidade de pensar e reagir, apenas me mostra um sonho bastante real ... Um momento inacabado...
"A pergunta.
Às vezes tens a sensação que és uma ave? Daquelas que têm penas e planam, voam e sentem liberdade, sentem o céu e viajam? Que podem fazer tudo o que Tu não podes fazer. Isto tem nexo?
Às vezes, tens a sensação que andas até ao corrimão do pontão naquela praia que tanto sonhas, daquela areia branca que tanto queres pisar, daquela água transparente que tanto te queres banhar. Que sorriso tão belo... Tens aquele momento de longevidade, o mesmo pontão, que apanhas ou agarras, ou talvez não que ... Quando te ergues e olhas para o horizonte, reflectindo sobre o vazio que observas à tua frente, dobras os dedos para dentro e quando sentes, já não há corrimão, não há nada para agarrar... Merda! O que vês à tua frente, é simplesmente o mar, os teus pés e nenhum chão para pisar, estás a cair!"
Acorda, pah! A temperatura gélida da parede, acorda-me de mais um momento inacabado de puro pesadelo não dando descanso ao tanto grande cansaço mental que possuo. Tortura-me sempre que o sono se lembra de se ausentar de mim, magoa-me a forma como o sono leva o meu descanso, estoira-me a cabeça em cascata de lágrimas quando o pensamento me incapacita de raciocinar, é como se me tivesse roubado a vida, não me sinto a pessoa que um dia quis ser, sinto-me vazio, escondo-me à frente de toda a gente, tenho na minha cara, a máscara que jamais quis ter! Sinto-me incapaz de me entregar às pessoas próximas de mim, a noção de ser sensível até causa-me arrepios e vontade de vomitar, tenho medo de as magoar. Já magoei tantas, é nisto que me tornei, um monstro selvagem que me mata quando fecha os olhos.
Escrito por: Ricardo Lourenço
Lisboa, 13 de Dezembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
AVERBAÇÃO FECHADA!

"Voz"- Sabes Ricardo? Costumo chamar, convivência desmedida entre casos mortos, conheces-te? Sabes o que fazes quando falas? Consegues dizer o que queres quando queres? Consegues ser tu mesmo? Consegues mostrar-te sentimental e dizer as melhores palavras naquele momento crucial? Acorda para a vida Ricardo!
A voz fala-me ao ouvido, acaricia-me suavemente a cara e beija a minha paragem cerebral em todos os meus momentos de convivência, de socialização e pura cumplicidade sentimental traduzindo-os num só! Inércia ou lá o que queiram chamar.
São 09:13 do dia, 31 de Outubro de 2009, por vezes considero-me morto na minha plena imaginação, um simples retrato de mau trato pessoal com olhos abertos mas metaforicamente fechados por dentro. Sinto muitas vezes uma averbação fechada que me coze a boca, assemelha-se a cordas que limitam atitudes, que limitam as minhas atitudes envolvendo-me em inércia perante qualquer acontecimento! Paro no tempo sem qualquer desenvolvimento mental para uma palavra de carinho.
"Voz" - Ricardo, é como veres uma pessoa que sofre a tua frente, olhas, observas mas nada pensas e nada fazes perante o coitadinho. Sentes-te impotente, sufocas, choras por dentro, por vezes metes nojo aos teus próprios olhos, porque deverias ter dito aquilo e não fizeste, até gostavas que os teus olhos falassem e dissessem o que sentem, mas ainda não há olhos com boca na ciência para que pudessem falar. Grande Ironia.
A voz costuma chamar de insensibilidade involuntária perante o acto e mais um grito silencioso!
Não há qualquer razão e não tem qualquer parecença com estupidez, acho-me apenas um caso de desassossego mental em todos os actos de pura insensibilidade que impossibilitam as minhas palavras, quando elas mais deviam funcionar!
"Eu"- Sabes voz, a palavra "porquê", é a que mais existe na minha cabeça, um reles conjunto de palavras onde não consigo ter resposta para a minha incapacidade de expressão, e onde por vezes pára a minha cabeça no tempo... E no fundo? Somente silêncio perante montes de pessoas que se sorriem, riem à minha frente sem de nada se aperceberem e tudo isto me atrofia o meu sistema psicológico. Sabes voz, não gosto de sentir a minha garganta apertada impedindo o som das minhas palavras de surgir ou de sentir uma parede de tijolo que me foi construída na laringe ou na traqueia da minha boca. Não gosto de utilizar uma cobardia directa e ter fugir às questões quando não tenho qualquer capacidade para me exprimir, só porque sinto sangue na minha boca, não gosto de sentir as laminas afiadas do pensamento a invadirem-me a cabeça e fazer-me gritar quando nada sai e apenas explode salina ensaguentada! Sabes voz, não gosto das correntes que me pões na boca, ou da espécie de "trela" que me ergues na língua quando me fazes ajoelhar! Não gosto da tua "convivência desmedida entre casos mortos", vai para a merda e sai da minha cabeça! Deixa-me em paz!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
13 de Outubro de 1984

feliz aniversario Ricardo Lourenço. Feliz aniversário Mãe.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
onde está a averbação?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009
EROTICAMENTE

As paredes por vezes falam-me do teu toque dentro da minha cabeça. Por vezes imagino-te dentro de um quarto, uma simples divisão....Por vezes sinto o teu cheiro à minha volta, invades-me o corpo, inquietas-me como se me tocasses com a mão! Parece que sinto o teu suor a tocar na minha pele quando penso em ti... Nesse ponto, elevo a minha imaginação às paredes de um quarto vermelho salpicado de velas que dão o amarelo como iluminação. Imagino a existência de uma cama onde permanece um corpo deitado e desnudado, não há qualquer tipo de encobrimento de roupa ou artigo vestiário. Espreito por detrás da porta semi-aberta, toda a tua estrutura corporal em todo o seu esplendor, a tua pele sedosa brilha com o iluminar das chamas, a forma como deslizas as mãos pelo corpo perturba-me a cabeça. Todo o meu tempo pára e as lágrimas correm, sinto-te à minha volta ao mesmo tempo que as tuas mãos percorrem o teu pescoço, deslizam pelos teus ombros e mergulham no teu peito, ardes de calor e o teu desejo está exposto no teu suor que te escorre pela pele ... odeio esta possibilidade de longevidade…
Parece que fazes de propósito para me provocar, consegues arrepiar-me o corpo com a tua maneira de te mexeres, pela forma como movimentas as tuas mãos e as unhas arranham as tuas coxas afunilando no meio das tuas pernas! O quarto, o respeito que me é imposto pela parede fria que me arrefece as costas, ele sim, faz-te ter sensações que te aceleram a respiração, dá-te actos de luxuria sexual que te pára a mente, vejo-te cheia de desejo quando és possuída pelo acariciar do sexo, pela forma como a tua língua humedece os teus lábios secos ao mesmo que elevas os teus seios deixando descair o teu cabelo preto! Aparecem mil e uma imagens da Afrodite quando a tua respiração te sufoca de prazer, contorcendo-te toda! Teimas em agarrar o lençol também vermelho, para te libertar na tua fantasia e eu só me consigo imaginar de joelhos com as mãos na cabeça completamente perturbado. Os teus gemidos penetram-me na cabeça quando atinges o culminar do prazer misturado com movimentos corporais e doentios até ao explodir da plenitude!! No fim, estás sentada na cama com um sorriso como se fosse o ultimo, recordas o momento e nem dás pela minha presença que me tortura, mas uma vez, odeio esta possibilidade de longevidade…
“Não preciso me drogar para ser um génio; Não preciso ser um génio para ser humano; Mas preciso do seu sorriso para ser feliz.” Charlie Chaplin
Lisboa, 09 de Setembro de 2009
Escrito por: Ricardo Lourenço
terça-feira, 14 de julho de 2009
Monstruosidade

-Hey, Tu! Queres ouvir? Estas a chorar? Deixa de ser choramingas! Neste escuro, pessoas fazem todos os dias, precisamente como estás agora, ajoelhada enquanto vomitas a tua desgraça e choras o teu arrependimento. Pára de chorar, já te disse! Não te sintas uma merda só porque te mostro o mundo em que vives! Estou farto de gritar contigo! Cresce e aparece espécie de pessoa! Tira essa roupa, já pareces nua mesmo!
Então eu mostrei...
-Estamos numa sociedade onde não existem normas de utilização, Um monte de egoísmo, sociedade cimentada pela desorganização, População, que não tem qualquer sentido de orientação, Falam de desigualdade? Aquela nova concepção que acreditaste que podia existir? Completa ilusão! Com tanto para fazer, tanta merda para mostrar, vão-se passando os anos, mas só te mandam calar! É sempre o mesmo sistema, cada um à sua maneira, mas é sempre a mesma pena! É sempre o mesmo dilema!
Tens paredes mas não tens o teu tecto, o teu próprio intelecto. Aquela casa que sempre sonhaste, não há, não vai haver. Estás perante uma medíocre humanidade, uma podre realidade, que te rasteira e te tira a tua liberdade para caíres, mas que te levantas insistentemente de qualquer maneira. A sociedade é como um corredor de morte quando passas a passadeira!
- Não! Pára!
-Plena tarde? Olhas de um lado ao outro da rua, vês aquele mendigo que um dia foi professor, a pedir a moeda mais pequena para uma carcaça, vês como a realidade é dura, podes falar alto, gritar até, mas toda a gente te censura….
-É a isto que chamas sociedade? Eu chamo desorganização humana e pura.
-Desculpa!
-Aquela chavala, antes menina que deixou a violência sexual levar-lhe a beleza pura. Pára de chorar já te disse! Pára de tossir!
Momento cruel, foi então que eu parei de gritar e vi, ela chora enquanto vomita, os € estão no chão... Consegue-se ver através das lágrimas o reluzir das notas. Ultrapassei-me na imaginação só para te mostrar o mundo em que nasceste. Desculpa-me.Acordei e quando reparei estavam a chamar por mim, "wrap up!". Desculpem a crueldade.
Lisboa, 14 de Julho de 2009
Escrito por: Ricardo Lourenço
sábado, 9 de maio de 2009
Um grito de dentro - 1ª Parte - Horas duma prisão de lembranças
Sinto-me preso, sinto-me pesado... São 23:44 da noite, e apenas sinto aço e chumbo naquele que há anos passaram a designar como meu corpo. Um corpo que está sentado num lençol branco, um corpo imundo, farto de tudo e de todos, e em todos quer dizer momentos, um simples pano branco que nem sempre chega para limpar lágrimas de lembranças. Elas não me deixam viver, comem, consomem e me descarnam. A carne dos músculos por vezes prende-se de tanta incapacidade de movimentação, a carne por vezes enrijece os meus braços, endurece-os, deixando-os estendidos como pedra, absorvidos pela terra, ironicamente tudo é como era...
-Sangue? Presentemente, uma pergunta sem resposta, presentemente uma memória do passado aperta-me o pulso como uma algema e prende-me à maldita grade! Sinto o meu cérebro fervilhar de tanto gritar! As correntes não permitem as minhas mãos na cabeça quando ela estala; por mais que queira acordar, não dá, não consigo sentir o som da liberdade da minha alma! Só sinto a palidez do meu corpo, sinto o fugir da minha calma, sinto um grito no meu pulso ensanguentado que me desarma! Tanto em apenas 3 minutos metaforicamente preso. 23:49...
Ainda tento arranjar uma razão lógica para me sentir tão preso, sinto o corpo a contorcer -se na mais selvagem das imagens imaginadas, por mais que lute realmente não entendo. Sinto a minha pele a despegar numa temperatura de 100ºC como se tivesse colada, sinto-me impotente, só porque um poster memorial se tentou intrometer na minha tentativa de ser alguém, na tentativa de fugir do escuro que me engole e das correntes que me prendem a mente provocando um fundo golpe! Em apenas mais um minuto, sinto uma explosão de ideias completamente fantasmagóricas e num ápice os gritos chamam silenciosamente por socorro. Ninguém ouve e permaneço deitado em 120 segundos de abismo, as lágrimas misturam-se com o suor e juntas correm em pleno corpo que grita quando se contorce para a frente… A fraca tentativa de libertação apenas permite sonhar com o que não tenho e também o que gostaria de ser. Acordei! 7 Minutos de pesadelo secaram-me a garganta, apertaram-me o pescoço, cortaram-me a língua, impediram-me de te falar e a cobardia prendeu-me. São 23:52, tenho que ir para casa. Tu foste, mais uma oportunidade deitada fora, a cama afinal era um banco de rua, nunca pensei que fosse veridico... Amanha tenho que ir trabalhar.( continua)

Escrito por: Ricardo Jorge santos Lourenço
Lisboa, 14 de Junho de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
À beira do Desespero

À beira do desespero, muita coisa já aconteceu,
Muita coisa querida já desapareceu,
Muitas coisas acontecem, muitas ideias se confundem e fazem com que outras se dispersem,
Sentimos o confronto, tudo é errado, queremos o que é idealizado, naquele horário,
E à beira do desespero acontece o contrário!
Nestes momentos a raiva aumenta, a concentração diminui, a loucura nem se fala e a calma raramente se sustenta,
A pessoa vai a baixo?
Não! Os acontecimentos que sucedem é que nos põem em baixo,
Fora do contexto, reforça-se a ideia de que para comer, muitos têm que rapar o tacho,
À beira do desespero, os sonhos desaparecem porque a realidade torna-se azeda,
As ideias confundem-se, o horrível impõe-se e o sonho daquele dia perfeito sai de cena...
...
O pesadelo começou e colocou o rapaz à beira do desespero,
E a história grande começou em tudo aquilo que eu escrevo,
E de tudo aquilo que escreverei, da verdade eu serei servo,
À beira do desespero ficou aquela pessoa que quis ter a sua própria realidade,
Sonhou com tudo o que na realidade não tinha e afinal soube quando acordou, que afinal não era verdade,
Não vou continuar. Não tem final, é como qualquer uma…
À beira do desespero fica aquela pessoa que tem medo,
De querer arriscar em algo, chegar a alma afligida e dizer eu te aqueço,
Falar o que realmente interessa, o que vai no coração, não consegue, não mostra enredo,
A pessoa sente-se frustrada e débil mentalmente, ou mentalmente débil?
É nisto que se torna uma pessoa que não vive bem consigo, tipo pessoa estéril,
Fica fracassada, completamente frustrada. Só se sente bem quando a lamina penetra na epiderme da pele cortada.
Quando se está à beira do desespero nada ajuda,
Torna-se tudo muito escuro e a ambição fica oculta,
Desavergonhada, a voz na situação presente, nua…
O desespero é implementado e a alegria é dada como fugitiva,
Tudo insinua para o desaparecimento da ambição em manter qualquer sonho vivo,
Tudo fica escuro quando furiosamente fechamos o livro, frustrada vive em 2 mundos,
Duas imagens de quem se sente nauseabundo, ou imperial dormindo, Acordado completamente mudo.
Sente um choque da real, o resto não interessa.
“Sempre pensaste que tudo um dia mudaria.”
Mas logo se percebe que aqueles dias felizes eram fantasia,
À beira do desespero ficam quem diria, muitas crianças prematuras quando violadas,
Talvez espancadas, e nem sequer sonham que o mundo existia,
Mas voltando ao presente, o desespero é diferente,
Muito raramente fala o que sente, como é fechado sentimentalmente, por vezes para fugir da realidade ele mente,
E depois chora por dentro o que não mostra por fora,
A mente fala…
À beira do desespero ficam aqueles apáticos,
Que no meio de tudo ficam estáticos,
Que quando acordam temporariamente, tentam no mínimo ser simpáticos,
Tentam, mas não conseguem, não tem moral para isso,
A sensação que os come por dentro fá-los sentir diminuídos, tira-lhes capacidade para assumir qualquer compromisso,
São muito poucas opções e tudo se torna impossível,
O ser fica fechado, torna-se insensível, raramente consegue falar o que realmente pensa,
É errado! Tudo o que acontece não faz sentido, parece doença!
No final, a sensação de alivio é rara,
Às vezes penso que nas linhas não se cuspiu qualquer palavra,
A sensação também é de raiva porque há ainda tanto por escrever…
Já me sinto incapacitado por que há ainda muito para acontecer…
Como uma ferida que nunca sara.
Sorte a sua, ele não está desesperado, está só no inicio… Só à beira do desespero….
Escrito por: Ricardo Jorge Santos Lourenço
isboa, 03 de Maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O momento inacabado...
A pergunta:
As vezes tens a sensação que és uma ave?
Daquelas que têm penas e planam, voam e sentem liberdade, sentem o céu e viajam? Que podem fazer tudo o que não podes fazer. Isto tem nexo?
Às vezes tens a sensação que andas até ao pontão daquela praia que tanto sonhas, daquela areia branca que tanto queres pisar e daquela água transparente que tanto te queres banhar. Tens aquele momento, o mesmo pontão que apanhas ou agarras, ou talvez não que ... quando olhas para o horizonte, reflectindo sobre o vazio que observas à tua frente, o nada que te penetra a mente, dobras o dedos para dentro e quando sentes, já não há corrimão, não há nada para agarrar…Merda! O que vês à tua frente é simplesmente o mar, os teus pés e nenhum chão para onde os por. Foi um sonho.
Escrito Por: Ricardo Lourenço 30-04-2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Um grito de dentro ( a ilustração)


Um grito de dentro ( a ilustração)
Desenhos feitos por:
Domingo Salgado
http://reyel-avoidthevoid.blogspot.com/
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Um grito de dentro 2ª parte

São 4:49 da madrugada, o corpo dá um laço em si mesmo, contorce-se, cai no chão e enrola-se. Chora!!
Sinto o desplante dos braços a agarrar-me na cabeça, a tapar-me as orelhas e a puxar-me os olhos para trás... Faço isto completamente contrariado ao que quero.
Cada lágrima que me escorre pela face, termina num lábio mordido pelos dentes, quando neles se espalha a água da lágrima que me sustenta o silêncio!! A dor... Agachado num canto, sinto um corpo trémulo, por vezes mórbido, por vezes morto, por vezes vivo, por vezes um corpo que grita!! O meu corpo grita. OUVIRAM?? O meu Corpo grita!! Ferve como lava, como vulcão que arrebenta explodindo em todo o seu esplendor. O gelo que tento por na minha pele para arrefece-la, derrete antes que toque nela, porque o grito silêncio aumenta a temperatura que me queima a mente, que me queima o pensamento, que me queima alma, que me queima. Perceberam alguma coisa??
Noites inteiras em claro, que me fazem desaparecer o sono por completo, faço de mim a cobaia de uma terrível experiência que consta na palavra, que não me permite pensar mais alem... Tenho em mim a prisão que me aprisiona o pensamento, tenho no meu corpo, um grito que quero dar à anos, tenho em mim, a terrível e temível sensação de não me satisfazer quando escrevo o que penso mas não penso no que escrevo. A minha mente é percorrida por imagens que me provocam ausência de gosto de satisfação. Essa ausência percorre-me as veias que me fazem aquecer a minha carne e tingi-la de sofrimento... essa ausência provoca-me medo, provoca-me raiva, e conformismo porque é só um momento.
Sinto os nervos a ficarem sexualmente eléctricos, sinto a magoa de não ter o que quero a apoderar-se das minhas veias e fazê-las saltar!!
domingo, 22 de março de 2009
Fernando Pessoa

Fernando Pessoa
segunda-feira, 9 de março de 2009
O SEM NEXO DA INVEJA

compreende pela expectativa que certas coisas são boas, aprovadas,
outras apreciadas, outras reprovadas, pelo contrário são más, feias e ordinárias
cresce, superou e produz na vida adulta, sentimentos de culpa
a que muitos o perdão não resulta,
a inveja funciona assim, e é difícil de compreender,
alguém que, embora sendo à partida como nós, se tornou naquilo que teríamos querido
ser,
pode obter, aquilo que teríamos querido obter!
invejamos, ficamos com uma terrível ferida
o outro conseguiu algo que nunca conseguimos na nossa vida,
odiamos à partida … a pessoa que é adorada,
que subiu de carreira, fez boa figura e é admirada,
fala bem, emerge socialmente e é congratulada,
é invejada por aqueles que nunca conseguiram nada,
mas que desejam em primeiro, a pura riqueza sem qualquer notoriedade social,
que querem ser os melhores, mas nem têm uma eleição intelectual,
queremos ser recompensados por algo que sempre fizemos mal,
queremos ter o desejo de excelência,
falamos muito, mas a inveja é como uma espécie de consequência,
o nosso termo da impotência quando a ganância é uma má experiência.
...Em relação à inveja toda a sinceridade desaparece,
o outro conseguiu muito e a nossa raiva enaltece,
conseguiu com o seu próprio esforço mas não é isso que nós achamos que ele merece,
por mais que queiramos ser melhores a nossa verdade emagrece,
porque somos falsos como invejosos,
perdemos a honra por sermos gananciosos,
muitos perdem a dignidade por os ciúmes já estarem expostos,
queremos ser melhores, vencedores,
olhar os outros e vê-los como perdedores,
sentir o sabor da vitória e pensar que somos superiores,
queremos ter o poder de auto-estima,
ser invejado e saber que os outros o poder resigna,
ter o poder na mão e dizer que a nossa decisão é imperativa,
mas é doloroso quando olhamos o pódio,
o ódio! Depois chega o resultado,
o nosso esforço foi em vão, o outro venceu, é festejado!
sobe ao pódio onde recebe a medalha e é aclamado,
inveja! condições favoráveis para um ser derrotado,
o desespero é grande porque sente-se humilhado,
cai por terra, o ódio aumenta, nesse caso pensamos no plagiato,
é o trabalho da inveja, fazer imitações mas negar o facto,
acusar o outros de me ter agredido ou ter provocado,
alegando falsas declarações e dizer que se sente prejudicado,
tentando mudar a nossa péssima situação,
quando tentamos ser melhores que os outros e só damos lugar à humilhação,
achamos errado os outros estares em melhor direcção,
que nós,
e que não existe qualquer tipo de relação,
entre nós, para fazer uma pequena desvalorização,
das qualidades e das capacidades dos outros , por onde se possa tirar uma simples,
conclusão !!!
... A inveja é como um estimulo do negativismo,
que só por sermos inferiores desejamos aos outros o abismo,
queremos anular a diferença, tirar-lhes o mérito e fazer-lhes querer o seu paralogismo,
desvalorizamos a pessoa que odiamos,
mas afinal percebemos e verificamos,
a ordem moral nas diferenças que experimentamos,
e que conhecemos a pessoa no qual invejamos,
desprezamos a pessoa que é e foi sempre bem sucedida,
soube assumir os erros que fez e ganhou a sua própria autonomia,
no entanto os invejosos vêm ele como um negócio e realizam-no,
não aceitam ser passados à frente por isso hostilizam-no,
aumenta o falso progresso por isso limpam-no,
falsa competição! Enganos de aparências,
mentiras ditas â toa ficam verdade feitas pela experiências,
dos invejosos que fazem da má fé uma nova ciência…
“…olhai com olhos sem pensamentos reservados e dar-vos-ei conta de que admirais
alguém que não o merece. Que não é melhor do que vocês nem do que Eu…”
…mas a inveja é grande por isso muitos querem aquilo que é meu e teu
não se contentam com o que têm, querem que tudo que não seja seu
mandar os invejados abaixo satisfaz a nossa agressividade,
desvaloriza a pessoa que nos incomoda pondo em causa a nossa própria dignidade?
Feitos mal conseguidos dão alas a uma falsa verdade,
mas acabamos por cair na realidade,
quando a outra pessoa nos causa dor,
mas apreciamo-la e reconhecemo-lhe o seu valor,
tornamo-nos desanimados, … um observador,
criamos hipóteses e esperamos um dia ser vencedores,
ter raciocínios objectivos para nunca nos sentirmos inferiores,
sermos nós próprios, nunca invejosos,
neste mundo de gananciosos,
no Sem nexo da inveja…
Escrito por: Ricardo Jorge Santos Lourenço __/__/2004
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
A vida não é um sonho...

lembra-te a vida não é um sonho...
domingo, 18 de janeiro de 2009
Chico Xavier
Teus pensamentos e vontade são a chave das tuas atitudes.
Não reclames nem te faças de vitima, analisa e observa.
A mudança esta nas tuas mãos, reprograma a tua meta.
Busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguem possa voltar atras e fazer fazer um novo recomeço...
Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim!
"Chico Xavier"
contributo de: Patricia Sousa
domingo, 21 de dezembro de 2008
Sonhos Desfeitos 3ª parte
Uma criança no hábito ganha aquela rotina
de ser explorado nesta puta de vida!
Oferece o seu esforço, mas nada recebe em contrapartida
são situações denunciadas numa realidade difícil de ser convertida
gera perturbação na educação,
maus comportamentos, provocações sem intenção
dia à dia roubar para passar o pesadelo da exploração
é iniciada uma nova associação
para ajudar aqueles que esperam à muito pela sua libertação
mas não tem qualquer tipo de actividade, expectativa
sem qualquer tipo de objectivo, sem qualquer tipo de iniciativa
não é vergonha nem desgosto
mas em relação à inércia todo o ser humano já está exposto
porque para arranjar solução para este problema não se levanta um único rosto
não conseguem fazer nada, ajudar uma criança que está num mau posto
onde gera riqueza e dinheiro com situação escuras
mas que sirva de exemplo para gerações futuras
porque muitos explorados, não têm casa vivem nas ruas!
Não conseguem melhores condições e a degradação é nua e crua
não têm alternativa, já não conhecem a sorte
acartam coisas de grande porte
não dá para fugir disto, levam logo corte,
a mente fica em dependência
uns criam ser médicos para um dia na sociedade ter a sua própria influência
outros juizes para que a justiça nunca entrasse em decadência
praticar o bem e ganhar experiência
mas tudo acabou… meteram-lhe uma barreira à frente e o futuro foi o vento que o levou
uma coisa difícil de ultrapassar e o momento das forças pifou
e com um simples toque subtil
foram puxados para o inferno da exploração infantil.
Escrito por: Ricardo Jorge Santos Lourenço 15/04/2004
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Atenção
para ler o desconsolo, será necessário ler primeiro, o Autodestruição 1ª parte, para que faça sentido na vossa cabeça.
O Desconsolo
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Autodestruição 2ª parte

Momento de desespero, gritos de choro que a autodestruição considera arte,
São 3:19 da manhã a escreves palavras sem nexo, porque agora estas consumido pelo desconsolo…um sonho em que estas autodestruído
No final é bom porque morreste psicologicamente…
No final deitado na cama…morto… alguma voz, lá no fundo da tua mente, vai-te dizer ACORDAAAAAAAAAAAA!!!
E te vai mostrar que após tanto sofrimento…. Vais acordar…e talvez renascer.
Quem sabe… um dia
“Devemos ir buscar a coragem ao nosso próprio desespero.” SÊNECA
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Aquilo que eu nunca disse

Vou dizer aquilo que está fechado, porque chegou a hora… de dizer aquilo que sinto;
Dizer aquilo que me mata e me provoca muito frio,
Que me faz transpirar muita dor como se fosse um rio,
Por vezes coisas feitas antes também nos magoa,
Infelizmente há coisas que muito contribuíram para que a minha vida não fosse boa,
Nem sempre tive aquilo que quis,
A vida fez-me ser uma pessoa fria, esquisita que por vezes nem sabe aquilo que diz,
Por vezes não consegue dizer aquilo que pensa,
Aquilo que eu nunca disse, é que tento por vezes ser igual aos outros, não dá parece doença!
Muitas vezes eu pensei que a falta de dinheiro em casa seria sentença!
Que a porcaria de merda de vida que eu tinha não era da minha cabeça!
Era real, que me causou muito sofrimento,
Toda a minha experiência de vida não é grande, mas reflecte-se com as pessoas no meu comportamento,
Aquilo que eu nunca disse, é que por vezes eu faço o meu próprio julgamento,
Aquilo que eu nunca disse, é que por vezes gostava que muita coisa fosse diferente,
Infelizmente tenho a mania de gostar de pessoas que por mim nada sente,
E não irão sentir,
Aquilo que eu nunca disse, é que às vezes não vou para onde quero ir,
Aquilo que eu nunca disse, é que muitas vezes penso em desistir,
Aquilo que eu nunca disse, é que por vezes fujo da realidade,
Que por vezes tento fechar os olhos à aquilo que sou, mas quando abro vejo a realidade,
Um rapaz que não tem força de vontade de acreditar não vai querer viver nesta sociedade,
Aquilo que eu nunca disse, é que muitas vezes não consigo expressar aquilo que queria,
Aquilo que eu nunca disse, é que quando quero falar parece que se cria uma mialgia,
Fico completamente atrapalhado, muitas vezes dizem que é mentira,
Não sou conciso muitas vezes nas coisas que digo,
Aquilo que eu nunca disse, é que agora estou perdido,
Aquilo que eu nunca disse, é que há coisas que eu não consigo compreender,
Porquê que é que para muitas pessoas serem felizes tem que fazer os outros sofrer??
Aquilo que eu nunca disse, é que a vida me fez nascer nas costas num sobressalto,
Fez-me ser pequeno, mas por vezes a minha mentalidade leva-me bem alto,
Esta experiência não é coisa má é um facto!
Nunca fui o que realmente quis
Um rapaz normal, a ironia deu-me mentalidade estranha, negra diferente de branca como pau de giz,
Aquilo que eu nunca disse, é que é irónica ver famílias mostrarem o que desígnio de feliz…
Quando perdem a confiança nos parentes e fazem o que a agressividade diz…
Escrito por: Ricardo Jorge Santos Lourenço
Lisboa, 15, de Novembro de 2006
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Sêneca
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Autodestruição 1ª parte

INICIO DA 1ª PARTE
A ironia
Nasces-te, tornaste homem e foste criado, vives mas não sabes o que fazes, constróis a tua autodestruição! És uma criança que nasce, ao longo da vida existem acontecimentos que te tornam melhor, ou melhor criam, fabricam-te não tens experiência... auto-destroiste. A tua criança que mora em ti faz-te ser imaturo a ponto de pensar mal pensando que tudo corre bem, ERRADO! Um mundo cor-de-rosa onde a felicidade não é absoluta, criancinha não é feliz, mas vive o dia à dia à custa humildade, fragilidade mental, pura ignorância e cepticismo próprio!! Tu és um ser, cresces-te, parvo como todos, totalmente inocente e completamente abstracto, incapaz de distinguir o bom do mau, a essência de uma vida caracteriza cada acto; um sorriso de surrealismo tenta-se mostrar apesar de afundado,, Uma vida que não é boa mas tenta-se o melhor, vives para esconder o pior; não é felicidade mas há divertimento, ganha-se amigos, um abstracto superior, levanta-se um pouco a auto estima, passado dias vem uma cena irreal a que chamam de amor; momentos de alegria, cumplicidade e de ilusão ao redor... tenta-se mudar personalidade, comportamentos e tudo um pouco. Querem brincar?? Então pensem...numa pessoa que acredita na vida que tem, miseravelmente não acredita que a vida pode mudar, Consegue ver uma luz... algumas coisas correm bem, outras lutam, ele corre para ver a luz, aquela no túnel que no final fundiu... As lembranças do passado arrasam o futuro, mas faz crescer a mente... Força vida, conhece sensações, tem emoções e num fundo tão grande consegue sorrir.lol Vence batalhas nos objectivos, tudo parece bem encaminhado para algo feliz e num ápice de inconsciência e ingenuidade, tudo acaba, tudo se desmorona...uma voz grita: ACORDAAAAAAA!!! OLHA PARA O QUE ACONTECEUUUUU!!
tudo desaparece, sonhos, fantasias...o que é perfeito...simplesmente a vida...
Vamos ao que realmente interessa...o interior desconsolo!
O ser percebe que tudo é mentira na sua personalidade, olha horrorizado à sua volta...o que vê??? LOL é irónico, não vê nada, todas as imagens de alegria de antes, parecem bocas a rirem na sua cara!! LOL é irónico todas as pessoas que lhe dizem " Bom dia" na rua parecem que gozam com ele ah!ah!ah! LOL é irónico o desconsolo virou a tua vida...
Cada dia que passa, uma voz bate-lhe na cabeça... parece que lhe esmaga o cérebro a pontos de ele gritar, nãooooo!!! desculpem, estava a mentir sem querer... eu consigo ouvi-lo gritar, portanto ele, berra e chora ,olha para o nada...mas o que vê ele???? Somente imagens que vêm do passado... Passo a explicar:
Coisas que matam por dentro uma alma que não tem alma....completamente controverso nesse esquema. Todos os dias o ser chora a sua ingenuidade, a sua inconsciência e maltrata-se constantemente... entra em desespero, despreza-se provoca a sua autodestruição...
FIM DA 1ª PARTE...
Escrito por: Ricardo Lourenço
Lisboa, 28 de Outubro de 2008
Já não te conheço
Já não te conheco... Como e que isto aconteceu? Inercia... Solidão... Odio... Raiva... Todo um misto de sensações estranhas para mim...
Apatia...
Como é que o ser humano e capaz de odiar tanto? Como é que não conseguimos perdoar? Será que e porque não conseguimos perceber o porque de certos acontecimentos?
Como é que o ser humano e capaz de amar e odiar a mesma pessoa?
Será que sentimos a fala dessa pessoa ou a falta de alguem?
O odio alimenta, e o amor? Alimenta?
Será que existe mesmo?
Não será um mito, um fruto da nossa imaginação que sentimos quando alguem preenche grande parte dos nossos requisitos?
Quantas vezes nos atiramos de cabeça, caimos e batemos mesmo no fundo? E para pior pensamos que não podemos descer mais, e é exactamente que algo acontece e pimba... Lá estamos nós, em plena queda livre, a pensar que afinal ainda podemos cair mais... e mais.... e mais...
Mais vale nem arriscar, não vale a pena...
O ser humano tem uma capacidade espectacular para andar com a carroça a frente dos bois...
Vivemos rapido demais... tempo não falta, porque e que agimos sempre de cabeça quente?
É mais facil seguir aquele caminho...
O caminho Banal...
Já passei por muito como muita gente... e nunca passei por nada comparada a certas e determinadas situações...
Mas quando nos toca na pele e que é...
A nossa personalidade e moldada de acordo com as situações e experiencias vividas...
Achamos que somos grandes... poderosos... mas quando chegamos a casa, aquele vazio toma conta ate da mais pura alma...
As lagrimas escorrem solenemente pelo rosto...
Até o mais forte derrama do proprio sangue... Afinal.... Mais vale dor no corpo que dor na alma...
Olhamos para o espelho e não vemos nada... Não há imagem reflectida...
Chega a morte... de masinho....
Estas insano... não consegues pensar... Estas derrotado...
Ela veio te buscar... Queres ir?
Anda eu vou contigo...
Não tenho medo e tu? Tens?
Vamos fazer uma viagem que não tem volta...
Anseias por isso que eu sei... eu tambem...
Escrito por: Catarina Carmo
http://darkroyal.blogspot.com/
Lisboa, 28 de Outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Negativismo 3ª e ultima parte
desde a inveja ao racismo
tanta falsidade ninguém irá escapar ao abismo!
Já referido mas é este o meu protagonismo
julgar! Quem preconiza o comunismo
[quem] tenta ajudar o povo com hipnotismo
[quem] tem a mente cheia de paralogismo
[quem] tenta abafar o hip hop com o materialismo
já devias saber que a falsidade e mentira são como o paralelismo
semelhanças completas, não há diferença
desespero quando não há comida nas dispensa
nós sofremos agora, mas ele irão saber o sabor da sentença
quando subir a verdade e der lugar à diferença
eu não sou sensível a ameaças e criticas por isso dou lugar à ofensa!
A política já é falsa e as populações estão cada vez mais carentes
se não apanham a merda da droga como querem que não haja toxicodependentes?
Não fazem nada e a população com cada vez mais indigentes
e eu pergunto-me o que é que se passa?
Se para uns corre bem, para outros tentam não cair em desgraça
morando em barracas sem saneamento básico, no tal bairro social
são tratados como lixo num aterro vivido à escala mundial
isto já é problema antigo nesta terra chamada Portugal
®a minha ideia sobre tudo mudou completamente
problemas como a droga vejo sempre normalmente
é o negativismo usualmente
futuro já não existe, mas toda a gente dele se torna dependente
o racismo emerge só porque um tipo viu outro de outra cor diferente
provoca merda, torna-se irreverente
estraga a imagem, mas ele desmente
o negativismo entrou e somente lhe perturba a mente
quando for para o caixão irá continuar com este ambiente
de pesadelo e puro stress
vai morrer estressado e ver tudo aquilo q merece
se fores nisto, é isto que te acontece eu sou anti-racista
não é por um tipo ser de outra cor que é considerado terrorista
mas são detidos por policias imoralistas
advogados que mais parecem juristas
juros tão altos como quem paga a conta a um electricista
que só para cortar um fio mete parcelas até perder de vista
como quilómetros de estradas em alcatrão
onde muita gente sente pela ultima vez a batida do coração
sinistrados morrem mentes inocentes, outras sem precaução
é o negativismo no excesso de velocidade
onde o alcoolismo a muitos tira a vida ou mesmo a liberdade
ou falta de consciência é esta a verdade
é esta a nossa triste realidade
onde muitos foram, por uma autêntica barbaridade… … …
Escrito por: DABLIJOO! __/__/2004
Ricardo Jorge santos Lourenço
Negativismo 2ª - Parte
2ª Parte...
® É uma retaliação e quase não há estrilho
muitos em aflição a praticar o suicídio
Isto não faz sentido!!!
atiram-se de um penhasco ou apertam o gatilho
é o negativismo desta sociedade por vários malefícios
por vários trigos trilhos inimigos
que te aldrabão quando se dizem amigos
manipulam-te como se fosses um simples artigo
de loja que é posto na prateleira e depois é esquecido
é posto à parte, num mundo que já tem o futuro comprometido
até quando é que as merdas dos políticos vão mandar no meu destino?
Com tanta pobreza, o rico é sempre o mais favorecido
parecemos almas vazias a cair para o abismo
a cair na miséria, tudo isto faz parte do negativismo
onde muitos são chulados pela voz de deus
onde dizem que ele existe mas não há nada que o prove
senão, veria quanto o povo sofre
uma vida de sofrimento desde o dia em que nasceu até ao dia em que morreu
quando trabalha é chulado, não vê ordenado
quando não é chulado, é roubado
tudo é feito e nada é investigado
num pais onde a igualdade de direitos é posta de lado
num pais que dizem que cultura é ouvir fado
num pais onde todo aquele que fala a verdade é criticado
não há nada a fazer neste mundo renegado
onde o sofrimento de uns, para outros é aproveitado
tenho 19 anos e nada mudou!
A esperança que eu tinha de ver um mundo melhor acabou!
tanta perspectiva falhada que o tempo não levou
isto está cada vez pior, há gritos por todo o lado
gritos de criança como se um brinquedo lhe fosse arrancado
das mãos onde tem culpa nenhuma mas é considerado culpado,
isto é pecado!!!
manipulação de um ser enfraquecido e aos poucos degradado
onde o “mau” da fita nunca é julgado,
o outro é massacrado e eu desta merda já estou farto!!!
Tudo isto que eu digo tem sentido
num mundo onde me sinto extremamente desiludido
a falta de consciência gira num mundo que anda sempre ao contrário
onde o negativismo te passa por cima e te chama otário
se for necessário, muda esta merda torna-te revolucionário
porque para muitos a palavra igualdade não está no dicionário...
Fim da 2 parte...
Escrito Por: Ricardo Lourenço (2004)
Negativismo 1ª - Parte
Falo por intermédio criticando 4 anos de sauna
que levaram sonhos jamais realizados por causa do trauma
que afligiu populações já degradadas, fazendo perder a calma
chupando gito, chupando a alma
4 anos de tormento, 4 anos de chulamento
4 anos sem saída, sem nenhuma espécie de governamento!
São 4 anos desgovernados por otários, sem alinhamento
Político, que toda a gente diz ter o conhecimento
de governar uma população que desespera a todo o momento
lutando 365 dias, 52 semanas por um mísero aumento
nem greves nem manifestações vão mudar este comportamento
lutar uma fraca evolução de 0 para 1%
é fraco o lucro para tão estúpido investimento
que é mostrado pelas TV’s
a mostrar a desgraça deste pais, mortes sem saber o porquê.
refundir a corrupção, … onde sofre a população
muitos vivem bem mas são menos de um milhão
são 3 ou 4 reis da exploração, sem qualquer tipo de educação
excelentes de inteligência, mas fracos na igualdade de repartição
de rendimentos que para muitos é uma ilusão!
não chegam a ver um € que seja, só trabalho e a liberdade em supressão
causa insatisfação psicológica, depressão mental,
desespero onde te tapam a visão
perdem o respeito que era a ultima coisa que tinha no coração
a ultima coisa que restava numa mentalidade enfraquecida por uma ilusão
imposta por um estado, que só utiliza a escravidão
não quero ser negativo, mas para esta precoce situação
que só existe escuridão
que quase não tem possível solução
ao abismo que para muitos é a melhor solução!
Fim da 1ª parte
Escrito por: Ricardo Lourenco no ano 2004
domingo, 12 de outubro de 2008
A sensualidade das palavras...

A sensualidade das palavras...isto é simplesmente Belo, nunca se tem que escrever palavras bonitas para dizer a verdade... basta pensar realmente para quem é escrito, é por que se estaciona de verdadeiro,.. não sou sábio, até sou imponentes por vezes nas palavras,.. por vezes agressivo por admiro a palavra que mais doa, admiro a palavra que mais toca num corpo, como se esse mesmo corpo deixasse as letras, que formam a palavra...deixasse as letras percorrerem cada curva dele, transportando sensualidade e erotismo, suor e sensação de nudez...Na ilusão, esse mesmo comboio de letras passaria por todos as partes, sentiria cada toque, cada pedaço de pele, cada gota de suor, cada movimento dado pelo corpo porque se contrai...a mente solta-se sempre porque as palavras são faladas ao ouvido...ou melhor!! o comboio de palavras passou pelo ouvido e deixou lá as melhores palavras e a receita para o resto... porque o resto deixa-se a cargo da imaginação...
escrito por: Ricardo Lourenço, as 16:20 do dia 12 de Outubro de 2008 em
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A noite..
Escrito por: Ricardo Lourenço






