Na 1ª pessoa

Considero apenas momentos de raiva e agonia...Considerem se quiserem, textos e pensamentos, pura opinião, porque fui um monstro, já sofri muito, já menti para ocultar o que sentia, já chorei, já gritei por desespero e por me odiar, já senti medo e tive na merda, já escrevi o mais horrível em relação ao sofrimento; sou um monstro quando quero, raramente confio em alguém, tenho mau feitio, sou mau hurmorado e raramente sorrio! Adoro escrever para diminuir a retórica sofista; sou muito transparente sobretudo na escrita. Tenho muita experiência de vida e sou ingénuo; sou demasiado crescido; não elogio para agradar, tem que merecer! Sou arrogante,sou demasiado sincero; não gosto de pessoas que têm a mania que sabem mais que os outros quando nem eles sabem o que falam; não suporto futilidade, paralogismos e sofistas; não tenho paciência para regras de etiqueta nem moralismos; não gosto de perguntas parvas; não tenho paciência para ser simpático e sorrir, repudio narizes empinados e pessoas vendidas;observo e julgo; valorizo muito os meus ideais. Um dia, entreguei-me à escuridão, estou num buraco negro, neste momento conheço o melhor da vida da pior maneira, tenho muito a aprender; não sou perfeito, não quero ser. Quero ser alguém, quero lutar, aprender, compreender e viver,aumentar o nível de sapiência até que um dia eu tenha como Maquivel, Kafka e Fernando pessoa...

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segunda-feira, 5 de março de 2012

Tu, a lua e os Lobos


Vejo-te no escuro da noite, tu deitada completamente nua no esplendor de uma plena noite de lua cheia e enquanto os lobos uivam num penhasco alto. A lua reflete luz num corpo quase prateado tal a cor branca do luar, um cabelo negro, que o prazer controla sobre o uivar dos lobos. Em plena noite de lua cheia e enquanto os lobos uivam, vejo-te deitada nua numa cama como se dorso do animal fosse, vejo o teu corpo ser percorrido pelas tuas mãos, para que a pele dos dedos, sinta os teus lábios enquanto os teus olhos me desafiam para que ande onde eu permaneço numa janela. Num lençol de cetim preto, sinto-te a começar a contorcer quando as tuas mãos que humedecidas pelo teu gosto, acariciam e brincam freneticamente com os seios, tal o êxtase que se faz sentir em ti. Elevas o corpo no luar de lua cheia, deslizando as mãos até as coxas e mergulhando os dedos num culminar de prazer molhado e quente que resulta num juntar de joelhos forçados, tal força da lua que te domina! Mais uma vez me olhas nos olhos e me puxas para ti, sinto-te desafiar-me com um chamamento selvagem quando me aproximo do teu calor, do teu corpo que me atrofia. Os teus dentes mordem os lábios quando fixamente me vês surgir, arrepiaste com o sentir das minhas mãos subindo as tuas pernas até aos teus joelhos que permanecem fechados. Sinto-te tremula, quando a minha boca cola na tua, os nossos gostos se misturam num beijo arrepiante tanto quanto a lua está cheia. Num aumento de prazer corporal, as minhas mãos em cima dos teus joelhos, força-os fazendo-os abrir e as minhas unhas descem as tuas coxas, penetrando-te os meus dedos, repentinamente quase que me mordes. Navego os meus dedos com o teu molhado no teu corpo, passeando nos teus seios até a tua boca (um desejo carnal na boca que deseja saborear-te) para te puxar até mim, olhos nos olhos, desafias-me, abro mais as tuas pernas e penetro-te com uivar de lobos no alto. Na mesma cama, na mesma lua cheia, e enquanto te penetro fortemente, nos teus gemidos de prazer dizes que me odeias e no segundo seguinte sinto a tua língua a dirigir-se para o meu pescoço, para os teus dentes me morderem e me sugarem como vampira, sinto os meus dentes serrados como a boca dos lobos, num misturar intenso dos nossos corpos, no misturar do nosso toque e da nossa carne. Num movimento repentino, sento-te em cima do meu corpo, para que eu te sinta navegar nele e tu me sintas mais dentro de ti, dou-te as minhas mãos e não há roupa que pare momento mais extasiado, mais uma vez dizes que me odeias porque te prendo num forte movimento de prazer e um gritante gemido. Seguro a tua cintura a uma velocidade desenfreada e mais uma vez me mordes no peito para aprimorar o nosso auge, o teu suor cola o teu corpo ao meu e é neste momento, num minuto selvagem que tudo é libertado, a lua cheia faz-me emergir a minha energia para ti e os lobos fazem-te uivar para mim nesta cama.


Escrito por: Ricardo Lourenço Fevereiro de 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

abuso verbal



O abuso verbal também pode ser aterrorizante

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Nu e cru


Nu e cru

É puramente nu e cru, que estes momentos inteiramente existem e eu comprovo-os todos. É puramente nu e cru, que estes momentos rompem-me o corpo quando os meus dentes serrados me fazem sentir aquela dor picuinhas e horrenda, perante a inercia do meu cérebro em trabalhar. Obrigas-me a isto hoje e nesta maldita hora. Neste momento, são 1:02 minutos da madrugada e sinto um vazio na cabeça que me aterroriza a alma, sinto longe o meu descanso mental tal como a minha capacidade de resistência física. Tenho ódio das lágrimas internas que me escorrem na cara, sabem-me a sangue quando se mistura nos meus lábios mordidos até à carne. É puramente nu & e cru, que o gelo e a água gelada da banheira, me permite sentir a traqueia a dar um nó em si mesma. Um nó bastante apertado que mal consigo sentir a minha respiração quando o gelo que boia na água me toca na pele. Não lhe sinto o calor… não sinto meu calor habitual e se calhar, são as minhas mãos que me apertam a garganta. Elas agarram nos meus maiores medos e receios colocando-os mesmo a minha frente. Desde as 1:40, passaram-se 25 minutos, sinto a merda do chão frio a violar-me corpo, ultrapassa-me a roupa, sinto as minhas unhas roídas a arranharem-me a cabeça, os meus cabelos a serem puxados com tanta força pelos meus dedos que até me faz gritar a raiz. Tudo isto num barulhento elevador, eu sou mudo nele, parece a minha prisão!

São umas malditas 2:13 não consigo sentir o metal das chaves segurado pela minha carne, não me sai da cabeça pensamentos de toque quente e bruto, de insanidade e mistura de corpos, memorias e pedaços vulcânicos, sanguinários e sangrentos que é precisamente o mesmo e que me fazem gritar. A ironia de tudo aquilo que eu não tenho e se a minha alma falasse, ela iria dizer o quanto está aflita agora, porque a estrada e o escuro da noite me mantiveram completamente cego nas curvas. Às 3:48, é puramente nu & cru, que o significado da insanidade toma conta dos meus pés e mãos, quando me derruba para comer o pó do chão da boca do inferno. Parecem lâminas que saem para me cortar de desfalecimento, mas que são pedras para me apedrejar com raiva sem qualquer capacidade de luta. Estes momentos existem em mim tanto quanto a inercia me comanda ao precipício, sinto-me totalmente possuído de loucura num conjunto de imagens monstruosas com total insanidade. Uma mistura de tanto sofrimento, alegria, gritos de loucura, não há musica que pare isto perante o choque das ondas. Histeria completa ao mais alto calibre quando se dá um rasgar de roupa nos minutos seguintes em que me sinto totalmente criança! Um suspiro de melancolia, faz-me reparar o som do carro a trabalhar e porta aberta no seu extremo levando os meus joelhos ao chão de terra. São 5:29 e qual é a noção disto? Porque raio me fazes isto mente? Porque te fazes isto Lourenço? No caminho de volta apenas se repara que não ouve capacidade de argumentação, só um olhar a pedir um abraço que não houve.

São 7:45 dia 27 de Janeiro de 2012,

Escrito Por: Ricardo Lourenço

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O jogo

O jogo


Existe um espaço em que a cor roxa predomina, em que o calor abunda num ambiente de luxuria e guloseima. Tudo roxo, numa sala enorme de chão feito com mosaico preto e branco, janelas de vidros enormes com cortinados enormemente roxos e um cheiro de framboesa no ar. Ao centro, uma grande mesa de mármore trabalhada e acompanhada de uma manta de veludo lilás, dispondo um baralho de cartas meio partido meio aberto, tal como o frasco de geleia de framboesa. Este frasco que transborda, sendo derrubado num corpo repleto de prazer entrelaçado num cheiro intenso de vokda Cristal que automaticamente lhe penetra na pele e na mente! Sente-se um sublime arrepiar de pele.





O mesmo roxo dos cortinados, que se estende ao longo das duas cadeiras onde numa delas, tu te encontras sentada à minha frente, olhando-me nos olhos, tentado perceber o jogo que o baralho dita a cada carta que vira. Levanto-me, segundo a ordem que dá a carta, sussurro-te ao ouvido com a minha voz, que espero o mais calma possível, que hoje serás metaforicamente cega, transporto-te vendada para a mesa de mármore. Não te considero submissa, mas ainda consigo sentir no meu corpo, o choque da tua temperatura corporal quente com o frio do mármore, ainda sinto o teu suspiro das tuas cochas nuas na planície trabalhada da mesa, ao mesmo tempo que te alimento com o cheiro de vodka e o meu sabor, aplicando o gosto de framboesa nos teus lábios. Outra carta virada que ordena que sejas completamente vendada, o jogo manda-me colocar as tuas mãos nas costas sendo envolvidas em cordão de seda, fazendo sobressair o teu peito revelando o teu desejo firme neles. Estando eu à tua frente, dá-me prazer sentir o pegajoso do doce da fruta nos teus lábios sendo invadidos pelos meus, corpo junto ao corpo, ao mesmo tempo que derramo um pouco de Vokda para se misturar nas nossas bocas, nas nossas línguas e nos nossos gostos enrolados. Sinto-te inquietante com o aplicar de framboesa no teu peito seguidamente envolvido na minha língua que o acaricia freneticamente, enquanto as minhas mãos descem lentamente o teu corpo submisso até as tuas coxas, para as alimentar de vodka. Mais uma carta virada e sugo-te o álcool que te derrama nas pernas, para o meio das tuas pernas completamente abertas e tens as mãos presas, Lembras-te?






Sentes-te preparada para mais uma carta? Que tal um Ás? Mais um momento de prisão envolvendo as tuas mãos em seda? Queres-me dizer que me odeias? Diz e grita! Mais uma carta virada e o jogo manda empurrar-te sobre o mármore, colocando-te deitada, a tuas pernas abertas e cobertas de doce de framboesa no seu meio sobre a minha boca. Enquanto te acaricio fortemente com a minha língua, sinto o teu gosto e o teu sabor, sinto o teu corpo tremer e pulsar de prazer, sinto a força das tuas pernas nos meus ombros para te libertares, oiço os teus gritos e gemidos de prazer quando eu forçando com mais intensidade ao misturar vodka novamente. Posso chamar de poder? Outra carta virada a que se pode chamar de rei de espadas, uma carta tão forte que me faz erguer até ficar de pé, deixando o roxo da cadeira para trás! Olho-te à minha frente e puxo-te para mim e sussurrares-me ao ouvido ferozmente que me odeias, o rei de espadas permite que te afaste violentamente as pernas para te penetrar e sentir o teu grito de prazer ao mesmo tempo que usas a boca para me morder a pele e carne. O prazer da dor e o ranger dos meus dentes, faz-me penetrar-te mais violentamente até sentir o êxtase dos nossos corpos misturados. Sente-se o suor resultado do calor. Como é sentires-te presa? Enquanto colas as tuas pernas na minha cintura para me prender, há um momento de pausa na tua escuridão da venda que te aumenta o poder, sinto um aumento na tua respiração de prazer acelerada na minha penetração. Dá-se a libertação de um arrepiante estalar de cordas de seda, sinto um violento expulsar do baralho da mesa derrubando o frasco de doce, o erguer do teu corpo e o elevar dos teus braços libertados na direção do meu peito. Sinto-te completamente pegada a mim com as unhas cravadas pela minha pele dentro fazendo surgir sangue, a tua boca colada na minha num beijo fortemente intenso de prazer. Os nossos corpos acumulam uma temperatura tão forte como o açúcar fermenta o álcool, sinto-te explodir num grito tão forte quanto me sentes dentro de ti. Sinto o cheiro da vodka misturado na framboesa aumentar a intensidade do nosso prazer que nem uma puta de carta de baralho consegue parar, num último derramar de vodka na tua boca, atingimos o nosso auge num estilhaçar de vidro quando a garrafa caiu no chão para espelhar o roxo permanente. Após tanto prazer, apos tanto doce de framboesa, sinto o ardor do álcool na tua língua ao lamber o sangue que escorrer no meu peito até as feridas, por ti antes mordidas. No fim me perguntas. Quem controla o jogo? Quem manda agora?





Escrito por: Ricardo Lourenço Lisboa, 16 de Janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Se a minha alma falasse..

Se a minha alma falasse...





São 4:30 da madrugada, mais uma vez dou início a um ato de puro descontrolo cerebral, mas não chamo de loucura, seria demasiado cruel. Posso considerar cobardia direta, sonhar e nada fazer para o ter! Revelar falta de capacidade por objetivos próprios que é alto padrão de consumo para a autodestruição. Destruir-se constantemente é comparação com consumidor compulsivo? Talvez, posso chamar de "Um grito de dentro do meu corpo sai todos os dias. "São 4:49 da madrugada, o corpo dá um laço em si mesmo, contorce-se, cai no chão e enrola-se. Chora!!" Cito e volto a repetir isto, porque, Se a minha alma falasse, gritaria palavras tal como os vulcões fazem com a lava. Queimariam onde quer que tocassem da mesma forma que os gritos também me queimam a garganta, mas que esta não deixa o som aflitivo sair. Se a minha alma falasse, iria falar e dizer aquilo que eu ainda não consigo, iria mostrar-me e despir-me para que soubessem mais que eu mesmo sei de mim. Se a minha alma falasse, iria mostrar com quantas barreiras o meu mundo é feito, com quantas pedras eu construi a minha masmorra e com quanta força a minha alma faz para sair um corpo curvado e ajoelhado, cansado de ser amordaçado pela psicologia própria como o meu. As vezes, já nem dói porque dói sempre, certo?
Outro dia, não sei porquê, mas são 22:22 da noite, um empate, entre horas e minutos, consigo-me lembrar que já tive montanhas de ideais, projetos e ideias; já criei fantasias, perspectivei cenários e realidades, mas por enquanto, só vejo o outro lado da realidade. Se a minha alma falasse, iria gritar, arranhar e arrancar aos pedaços, a minha pele para passar e sair de onde está, de um casulo ensanguentado a que chamo de meu corpo, tal como uma imagem do filme do "Alien". Iria ganhar vida, bater-me, abanar-me, agarrar em mim e talvez acorrentar-me à parede, fixar-me na minha frente e olhar-me nos olhos. Parece que me sinto preso a essa imagem... Um poster, onde dou comigo como disse antes, sentido o frio do aço do prego que me atravessa a pele e penetra na carne, mantendo-me pregado ao chão. Que me mantem estupefacta mente preso! Consigo sentir os meus pés engolidos por gelo sem que lhes sinta o sangue, tal como a minha alma permanece sentada a minha frente com os seus metafóricos olhos vermelhos a olhar para mim. Sinto a raiva que sai deles... Se a minha alma falasse, iria dizer quando está farta-me de mim, quanto está farta da beleza do meu ser, que está farta da minha mente. Se a minha alma falasse diria que a minha maneira de pensar a cansa de parvoíce como um carro engasgado e que preciso de asas para voar e puder gritar. Ainda sinto na cabeça a sua voz seca de morte no meu ouvido, ainda a sinto tossir de quase a ter morto e se ela puder, ela agarra em mim e ergue-me e berra gritos de liberdade para que transmitam movimento e estalos de realidade. São 18:21 do dia 09 de Janeiro de 2012 e sinto a minha alma a abraçar-me sussurrar-me ao cérebro finalmente acordaste, finalmente sentiste dor.

Escrito Por: Ricardo Jorge Santos Lourenço


Lisboa, 09 de Janeiro de 2012

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SUICIDE SILENCE - You Only Live Once (OFFICIAL VIDEO)

SUICIDE SILENCE - You Only Live Once (OFFICIAL VIDEO)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tive um sonho...


Tive um sonho…



Tive um sonho que foi quase tão real como tudo o que eu faço diariamente, se calhar não era sonho, se calhar era mais que real, foi sentido, emocionante, foi erotismo, uma mancha de prazer que cola e não sai, enrola-me e invade-me por dentro. Tem-me vindo imagens eroticamente explícitas, algo que me faz transpirar e fazer crescer um monstro na mente.

Num lugar algures, no campo calmo, existe uma casa meio vazia meio mobilada, em que todas as janelas estão abertas fazendo soar um vento humedecido com o teu cheiro a ser guiado até mim, indicando a sua origem. Posso-te dizer que isto nunca me aconteceu? Nunca me passou pela cabeça, que o vento me invadisse de uma maneira tão frutívora! Tao selvagem! Fazendo o meu corpo ser guiado até ao quarto dos fundos. É la que a tua voz me sussurra ao ouvido, até a tua respiração sinto, hipnotiza-me e não me sai da cabeça, se calhar não é sonho…

Existe qualquer coisa de inquietante enquanto subo as escadas e chego a porta do quarto dos fundos, uma mulher nua de cabelo negro e meias de ligas da mesma cor, permanece deitada de ar rebelde enquanto me invade a alma. Me chama com os olhos e sorriso selvagem, sinto o meu maldito corpo a arrastar-se e deslocar-se para a mesma cama, poderei ter sussurrado ao ouvido, mas senti-te muito mais perto do que em qualquer momento. Uma onda de erotismo me envolve e sufoca a garganta, sinto o transpirar do meu corpo, sinto o teu corpo colado ao meu, as tuas mãos a percorrer-me, a tua boca quase colada na minha… Subitamente, transporto-te para uma cadeira, sento-te repentinamente colocando as mãos atrás das costas! O teu sorriso rebelde não desaparece para minha irritação, os meus dedos percorrerem a tua boca, as minhas mãos percorrem o teu pescoço, os teus ombros, descem ao teu peito, acariciam-no e sentindo a tua temperatura metaforicamente vulcânica, é mau de dizer?

É tal o domínio de corpo, de sensualidade, é tal a tua invasão em mim, tal o beijo dado na tua boca, é como se uma janela se abrisse de repente com uma rajada tão forte de vento! Ainda sinto o mesmo vento nas minhas costas, no aconchegar da minha língua ao acariciar-te o peito, percorre-lo com a minha língua e sentires a minha saliva quente em ti, tu invades-me. A tua fraqueza fica patente quando exerces pressão na cadeira, e a minha língua descendo, invade o teu mundo no seio das tuas pernas, arrepia-me a delicadeza das tuas meias no meu corpo quando as minhas mãos delicadamente abrem as tuas pernas. Estás habituada a ser selvagem, numa cadeira de pernas abertas, sinto o contorcer do teu corpo como se os teus dentes rangessem e teu sabor invade a minha boca, a minha saliva mistura-se com o acariciar do teu sexo, com o aumentar do teu esplendor de prazer…

Não é nada normal sentir sangue a sair das marcas das tuas unhas nas minhas costas, arranhas-me intensamente num existente culminar de prazer, uma mistura de corpos dá-se num movimento de penetração intenso dentro de ti. Faço gelo descer pelo teu corpo no mesmo movimento forte de penetração, sinto o arrepiar do teu corpo, a contorcer-se do frio que penetra-te na pele, tal como me sentes dentro de ti. Sinto-te a tremer… A tua invasão, fez-me sentir selvagem, o teu cheiro e sabor, fez-me explodir das forças de prazer! Sentir a tua temperatura, fez-me arder e a tua rebeldia fez-te sentir o meu cheiro, o meu corpo colado ao teu. Num beijo dado, ainda manténs o mesmo sorriso com os teus cabelos negros, todo o quarto tem o teu perfume e tudo assim se mantem… num abraço intenso que permanecer por um grande momento.



Escrito Por: Ricardo Lourenço 17/11/2011

Frases....

"A coragem conduz às estrelas, e o medo à morte.” Séneca

Antonio J. Lourenço Construções